Participantes exortam benefícios do curso intensivo de treinadores da AFA

A AFA levou a efeito mais um curso intensivo de treinadores, que juntou cerca de 90 participantes divididos pelas categorias UEFA B e UEFA C, que tiveram lugar na Sanjotec, em São João da Madeira, e na sede da AFA, respetivamente. A formação, que decorreu na última quinzena de dezembro, juntou participantes de diferentes países, que destacaram o profissionalismo da iniciativa.

Depois da estreia em 2017, a AFA promoveu a segunda edição do curso intensivo e, segundo Carlos Miragaia, coordenador técnico do organismo aveirense, tratou-se de “um exemplo de multiculturalidade pelos participantes envolvidos”. “Temos orgulho de estarmos na linha da frente e de termos sido pioneiros nesta iniciativa. Mais uma vez, o curso foi um sucesso”, refere.

E são precisamente os inscritos no curso da AFA a corroborar o sucesso da iniciativa. Narcisse Yameogo, do Burkina Faso, diz-se “orgulhoso de ser aluno do curso UEFA C através da Associação de Futebol de Aveiro, que tem de ser felicitada por este processo”. Já Cristiano Roland, do Brasil, considerou que “o regime intensivo é inovador “. “Acima de tudo, obriga-nos a procurar a superação em pouco tempo e através da melhoria das nossas capacidades. A AFA tem sido pioneira em diferentes vertentes, e neste caso o nosso esforço é compensado num curto espaço de tempo, numa formação em que a partilha de conhecimentos entre colegas é muito importante”, revelou.

De diferentes zonas do nosso país, também há quem destaque a dinâmica formativa promovida pela AFA. É o caso de Rui Oliveira, do Porto, que aproveitou a pausa letiva para participar no curso. “A vertente intensiva até nos permite fazer as coisas com mais facilidade e não é em qualquer lado que temos a possibilidade de enveredar por este modelo. Agora que fiquei a conhecer a realidade de Aveiro, noto que está num patamar mais acima em termos de organização e com a vantagem de todos os anos abrir novos cursos”, admitiu.

João Santos, também do Porto, realçou que “a maior riqueza na vida são as vivências”, garantindo que a experiência no curso intensivo abriu novas perspetivas. “Tenho de agradecer à organização, porque me deu novas vivências, o que acaba também por me enriquecer”, declarou.

3 de Janeiro de 2019
Vítor Hugo Carmo
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