Aveiro praticamente triplica número de entidades formadoras

Em apenas um ano, o número de clubes aveirenses com o estatuto de entidades formadoras praticamente triplicou. De 13 clubes nomeados pela Federação Portuguesa de Futebol, em 2019, passou-se para um total de 33, sendo que CD Feirense, Clube de Albergaria e Lusitânia de Lourosa FC acumulam distinções em mais do que uma vertente ou modalidade.

No futebol, AA Avanca, AD Taboeira, AD Sanjoanense, CD Feirense, Fiães SC, Lusitânia de Lourosa FC, SC Espinho e UD Oliveirense receberam uma avaliação de quatro estrelas. São mais seis clubes neste patamar relativamente ao ano passado, ainda que CD Feirense e UD Oliveirense tenham passado de uma avaliação de cinco para quatro estrelas.

SC São João de Ver, RD Águeda, GDR Soutelo, FC Cesarense, FC Arouca, CD Paços de Brandão, Anadia FC e o futebol feminino do Clube de Albergaria foram avaliados com três estrelas, quando há um ano havia apenas um clube neste patamar, e Arada AC, ADC Lobão, CD Tarei, Estrela Azul, NEGE e o futebol feminino do CD Feirense ficam com duas estrelas. Em 2019 não havia clubes de futebol aveirenses com esta avaliação. O FC Vaguense e o futebol feminino da AD Ovarense alcançaram o nível de Centro Básico de Formação de Futebol, tal como Lusitânia de Lourosa FC, GRC Telhadela, CCR Maceda e AJ Fiães, mas no futsal.

Por falar nele, ACR Saavedra Guedes e GRC Dínamo Sanjoanense repetem a avaliação de três estrelas. A estes junta-se o Clube de Albergaria. Por seu turno, CD Pateira, AC Luso, AD Travassô, ACR Vale de Cambra e SC Beira-Mar receberam duas estrelas. São mais três clubes com essa classificação do que há um ano. De referir que dezenas de clubes aveirenses foram avaliados como entidades em processo de certificação, dispondo de um ano para cumprir os critérios em falta.

Os números hoje revelados são consequência do trabalho afincado dos clubes, cientes da importância cada vez maior que o estatuto de entidade formadora terá para o seu futuro, e dos responsáveis da AFA, que têm como meta terminar o mandato da atual direção, encabeçada por Arménio Pinho, com 80% dos clubes seus filiados devidamente certificados.

O processo de certificação de entidades formadoras iniciou-se em 2015, tornando-se num fator obrigatório para que os clubes pudessem registar contratos de formação desportiva. De lá para cá, evoluiu para um modelo de qualificação dos processos de formação dos praticantes, bem como da organização desportiva dos clubes.

Para além disso, a certificação como entidade formadora é uma das exigências para os clubes receberem dividendos de transferências de atletas que passaram pela sua formação e poderem participar nos campeonatos nacionais, sendo que a medida entra em vigor na temporada 2020/2021.

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31 de Julho de 2020
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